Livre! Ser livre! Ser livre de uma coisa que te aprisionava há quatro anos! Mesmo que não seja totalmente livre, sendo uma grande parte, conta como uma quase total liberdade. É estranho sim, levando em conta que você se acostuma com uma coisa há quatro anos, é mais do que lógico que você estranhe e sinta falta. Mas não que sinta falta querendo isso de volta, mas sim de sentir falta daquilo que te incomodava. Claro que o tempo para se acostumar com essa falta é muito menor do que o tempo que foi levado para se acostumar com aquele incômodo, e isso é muito bom, principalmente quando você tem essa visão de quando você está livre! Muito bom saber que os tempos de incômodo acabaram \o/
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Música da vez: I Feel So Free - Spyzer
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
domingo, 6 de novembro de 2011
Odeio isso
Quando acho que estou curada, vejo que não. Sempre fui perseguida por minha autoestima baixa, me achando a mais feia de todas, a mais estranha de todas, e por aí vai. Sinceramente achei que estava curada, não totalmente, mas que pelo menos tinha perdido muito disso... em alguns momentos vejo que não. Há alguns anos, quando era pequena, eu tinha uma autoestima no fundo do poço, tinha vergonha de andar na frente dos outros, principalmente dos meninos, porque para mim eu era a mais feia de todas as meninas...
Hoje tudo isso voltou, basta eu falar o que estou sentindo ou o que acho sobre alguma coisa e não receber basicamente a resposta que esperava, que volto a me sentir aquele minúsculo ser no mundo. Nos segundos seguintes vem aquela sensação de querer fugir, de arrependimento do que acabou de ser dito, de que era melhor eu ter ficado calada. Chego num ponto onde penso que seria melhor eu não falar nada para ninguém, me manter fechada no meu próprio mundo, ter minha própria biblioteca de pensamentos para depois não correr o risco de me machucar ou me arrepender depois. Não sei explicar que sensação é essa, mas garanto que não é nem um pouco legal. Onde eu estava com a minha cabeça? Eu servir para isso? Ser boa o bastante? Claro que não! Sonho demais com as coisas, tenho esperanças muito rápido, porém só basta alguma resposta infeliz que acaba comigo... e pode acreditar que depois disso sou capaz de ficar calada por um bom tempo, analisando todos os fatos, procurando tudo o que não sou boa o suficiente e o porquê disso.
Às vezes tenho isso.. de ter esperança que eu sou boa sim, que não preciso ter medo de dizer o que sinto, e apenas alguns segundos depois desejar fugir daquela situação que eu mesma me meti, de não me sentir desprezada. O que sinto agora é exatamente isso: decepção comigo mesma, vergonha, totalmente arrependida de ter falado o que sentia. Já cheguei a conclusão que não preciso dizer o que sinto, prefiro ficar calada, sem que ninguém saiba o que penso ou sinto sobre alguma coisa, ter minha própria proteção, para depois não me decepcionar ou me machucar. Prefiro sonhar, ficar iludida, e não saber que estou me iludindo ou sonhando demais, do que cair na realidade, descobrir a verdade e me sentir minúscula nesse mundo.
(Encontrado entre a terra molhada, embaixo de um banco)
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Esta postagem é fictícia, qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência ;)
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sábado, 5 de novembro de 2011
Amizade Masculina
Sabe.. algumas meninas tem medo de ter um amigo. Talvez seja por medo de virar algo a mais e perder uma grande amizade. Ok, isso pode acontecer, mas não vale a pena não ter amizades masculinas apenas por esse medo. Podem se tornar grandes amigos, se considerarem irmãos, e ter até uma amizade para a vida toda.
Não são como as amigas que você fala & fala sobre garotos, maquiagem, etc. São conversas diferentes, olhares diferentes, assuntos diferentes. Garotos não tem muito motivo para espalhar seus segredor por aí, como muitas meninas fazem, posso até estar sendo um pouco injusta com as meninas, mas às vezes isso é verdade. Amigos são como os irmãos que não temos, sempre brincando, dando apoio no que precisamos, e até mesmo nos livram de algum garoto chato que nos siga. Com eles você consegue ter uma visão das coisas que antes nem passava pela sua cabeça.
Às vezes uma amizade dessas faz muita falta... quando esse amigo some, aos pouco vai deixando de aparecer, e com o tempo a amizade vai desaparecendo; e depois aquelas duas pessoas que eram tão ligadas umas a outra passam a ser apenas conhecidas.
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Música da vez: My Friend - Groove Armada
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Amor Platônico
É, amor platônico. Acho que todos já tiveram algum e sabem como que é possível amar alguém mesmo ele(a) não sabendo da sua existência. Ter um amor platônico não é ruim, só se você quiser. As paixões platônicas dos garotos são basicamente aquelas estrelas mundiais, então se falarmos especificamente de garotas há um mundo de possibilidades. Quando são menores, suas paixões platônicas se resumem em meninos da própria turma de escola, dividindo o segredo com as amiguinhas, se divertindo mais falando com as amigas do que passando mais tempo com o menino... isso quando não são apaixonadas pelo primo. Aquela paixão proibida, que faz parecer ser ainda melhor estar com aquele que é proibido, mas não acontece mais nada além disso.
Com o tempo elas vão crescendo, e aquela paixão pelo garoto da turma ou primo vai embora para dar lugar a uma nova paixão: o professor. De todas as aulas, essa é aquela em que elas mais se interessam, os cadernos são cheios de corações com a letra do nome do professor, estudam o máximo para a prova daquela matéria, já que na hora de receber a nota, também querem receber um elogio, e assim o dia delas está ganho.
Passando da fase "amo meu professor" chega a vez de uma outra paixão platônica muito famosa entre as garotas: aquele garoto do ensino médio. Não há outro jeito, parece que é regra dessa idade gostar de alguém mais velho - ok, eu sei que os garotos da mesma idade tem problema de maturidade e as garotas esculacham de tanta rapidez no amadurecimento. Então cada vez que ela vê pelo menos um pedacinho dele, o nervosismo começa a subir, fica toda vermelha quando ele passa na sua frente, se junta com as amigas para ficar falando dele, começa a pular de felicidade quando ele aparece na sua frente - claro que só depois de ele já ter saído -, a alegria toda que vem com o simples fato de ele estar em seu campo de visão. Ela pode até não entender como que ela pode gostar tanto de alguém assim.. ela só consegue enxergar as qualidades dele, fica encantada de como ele é o garoto mais lindo do mundo. Mas o tempo passa, e ela percebe que aquele amor que ela sentia por ele fica cada vez mais fraco, que aquela felicidade que era tão boa de ser sentida não vem mais; até o dia em que ela percebe que ao olhar aquele garoto, a única alegria que sente é lembrar de tudo de bom que ela já passou por sua causa, sem ele ao menos ter a mínima ideia de que ele fazia uma pessoa muito feliz.
Quando ela acha que depois disso não irá mais sentir nada daquilo, ela começa a perceber que sua paixão platônica passou de "o garotão do ensino médio" para "o lindo, perfeito - e outros adjetivos do tipo - daquela banda perfeita". As paredes de seu quarto se enchem de posters de sua nova paixão, não consegue parar de ouvir suas músicas e escreve seu nome em todos os lugares possíveis onde passa.
Como é possível perceber, meninas estão sempre acompanhadas de uma paixão platônica; não para sempre, mas por um bom tempo. E quando crescerem lembrarão de todas as loucuras que já fizeram por suas paixões platônicas, de todas as felicidades que sentiram, e assim ficarão com um sorriso na cara.
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Música da vez: Ilusão - Sandy e Junior
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Estas pessoas que importam
Pessoas fieis, aquelas que sempre estão com você, não importa se são diferentes das outras, estranhas, as que estão presentes nos momentos infelizes e felizes, que estão nas suas melhores lembranças; essas sim são importantes ♥
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Me conformando
Não é que eu não sinta mais sua falta, mas acho que com o tempo estou aprendendo a viver sem uma grande amiga, a tentar me virar sozinha. Estou apenas me conformando de não ter mais você ao meu lado, para me dar conselhos, contar histórias. Pode parecer bobo, mas quando ouço McFly me sinto melhor, como se você estivesse ouvindo e cantando comigo... como da última vez que nos vimos.
Já perdi a conta de quantas vezes já escrevi sobre você aqui, mas acho que se eu não fizesse isso eu não iria aguentar. Minhas memórias já não são tão claras como antes, sua voz já foi apagada da minha memória... há algumas coisas que mesmo a gente querendo não é possível lembrar. Passei um bom tempo triste por tudo o que aconteceu, de eu estar em outro estado quando tudo aconteceu, eu não poder ter te visto ao menos mais uma vez, eu perder a única pessoa que me fazia sentir que eu não estava sozinha e que podia contar com alguém. Não que agora eu não esteja triste por tudo isso, mas conforme o tempo vai passando vou me conformando com essa situação, afinal de que adianta ficar se lamentando por uma coisa que já aconteceu? Já percebi que não vale a pena ficar assim, até porque eu sei que você não gostaria que as pessoas ficassem tristes, principalmente durante tanto tempo. Então o jeito é continuar andando, continuar com as amizades que se tem e poder confiar nelas, se conformar com o que já aconteceu e só lembrar das coisas boas... só daria tudo por mais um abraço seu :')
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Música da vez: I'll Be Ok - McFly
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Efeito Borboleta
O filme baseado na teoria do caos causou muitos comentários quando foi lançado nos cinemas. Evan (Ashton Kutcher) sente um grande amor por Kayleigh (Amy Smart) que a conhece desde pequeno. Depois de enfrentar vários problemas e passar vários anos sem vê-la, seu amor por ela continua o mesmo. Em um momento Evan percebe que pode, através de suas memórias perdidas, voltar no tempo e tentar consertar coisas desagradáveis ocorridas no passado. Ao longo do tempo as coisas se tornam mais complicadas, levando a um final que nos faz pensar até que ponto chegamos por amar alguém.
Lançamento: 2004
Diretor: Eric Bress & J. Mackye Gruber
Duração: 113 min
Gênero: Drama; Ficção Cientifica
Achei esse filme muito interessante por se tratar de poder mudar o passado, e ir se tornando cada vez complicado de se fazer. Com tantas informações ao mesmo tempo, foi um pouco complicado eu entender logo tudo de uma vez, mas voltando algumas partes e parando para raciocinar, dá para entender. Gostei bastante haha :)
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