É estranho pensar que esse cantinho meu já completa sete anos! Quando criei esse blog, não imaginava que iria durar por tanto tempo, na verdade eu nem sabia o que iria escrever, mas tive a vontade, criei e até hoje estamos aqui. Minha vida mudou absurdamente de lá pra cá, mas isso faz parte do meu crescimento, as fases da minha vida, sempre tem pelo menos uma publicação de alguma fase que passei. Nos últimos meses eu não tenho mais conseguido postar como eu gostaria, na verdade gostaria de ter mais tempo para dar conta de tudo que tenho para fazer, mas pelo menos até o final do ano, não acho que eu consiga escrever muito aqui - o que é uma pena, porque eu sempre tentava escrever pelo menos uma publicação por mês, e por alguns anos consegui manter isso. Enfim, não poderia deixar de falar que hoje eu ACERTEI O DIA DO ANIVERSÁRIO DO BLOG, então FELIZ ANIVERSÁRIO ATREVA-SE A SER FELIZ! São sete aninhos de muito amor por aqui s2
quinta-feira, 27 de abril de 2017
segunda-feira, 3 de abril de 2017
Capítulo 4
Passaram-se mais 12 meses. A cada capítulo que passa, mais mudanças chegam e mais amadureço. Acho que é a vida que traz mais e mais surpresas. Esse capítulo foi extremamente intenso, principalmente no lado profissional e emocional, porque haja psicológico e força de vontade para encarar as aventuras que surgiram nesse tempo. Minha busca pela barriga reta tornou-se mais distante mais uma vez, mas nem tudo está perdido, ainda posso recuperar todo o avanço que eu já havia feito! Eu continuo good vibes e procuro levar amor a todos os lugares que frequento; acredito que tem dado certo. Espero que esse estilo de levar a vida prossiga até o próximo capítulo e o que eu mais espero mesmo é ter força para encarar esta nova jornada que sei que não vai ser nada fácil. Isso eu só descobrirei no quinto capítulo!
quarta-feira, 8 de março de 2017
Escolhas
Palavras são nossa maior arma. Dizer "sim" a uma oportunidade pode significar mil consequências, e um fato, consequentemente, puxa outro; assim como negar algo também pode te proteger ou fazer com que você seja prejudicado. Em todos os casos, somos nós quem decidimos o caminho que iremos trilhar. Nós que, ao dizer sim ou não, assumimos a responsabilidade de acreditar no que pensamos e no que estamos sentindo.
Claro que aceitar de primeira uma proposta que levará você a caminhos desconhecidos é difícil - mas quanto mais desafiador for o caminho, mais lhe dará boas surpresas e oportunidades. É aquilo, "se der medo, vai com medo mesmo". Ou não. Estou falando de escolhas que sempre precisamos decidir, então as consequências serão sempre de quem escolheu o próprio caminho. Afinal, não podemos querer comer chocolate comendo algo salgado, não é mesmo? O que posso dizer é: muitas escolhas tomadas podem levar a um caminho surpreendente.
Escolher estudar em um lugar e não em outro muda o caminho de muitas vidas. Escolher estar perto de algumas pessoas e não outras muda o caminho de muitas vidas. Escolher fazer o que se sente bem e não o que os outros esperam muda o caminho de muitas vidas. E a graça da vida é caminharmos entre tantas alternativas e decidirmos o que acreditamos ser melhor para nós. Às vezes você aceitar uma aventura pode fazer você ter um, dois, três, quatro anos (e quem sabe mais tempo) de mais alegria para sua vida. Às vezes, quando você menos espera, está numa caminhada que não pretende sair. Porque você está muito bem com o que escolheu e tudo mudou absurdamente para você. Então é só agradecer pelo caminho que escolheu lá atrás. Porque às vezes dizer um sim pode significar inúmeros momentos bons e uma vida mais leve.
sábado, 31 de dezembro de 2016
Retrospectiva 2016
Ah, 2016. Na virada de 2015 para 2016 algo me dizia que não seria um ano fácil. Não chegou a ser um ano difícil, mas fácil não foi.
O lado acadêmico ficou com certeza mais pesado, de uma forma que não estava acostumada. Encontrei muitas pessoas que não realizavam as responsabilidades, que não faziam questão de ajudar os outros em um trabalho em grupo, e tudo isso me desgastou bastante. Entretanto, por mais que tenha havido muito estresse, o resultado de quase tudo valeu a pena. Além disso, comecei a produzir trabalhos fora da faculdade: fiquei por um mês produzindo conteúdo para um site da faculdade, mas como o ambiente não me fazia bem, resolvi sair; depois fiquei por três meses produzindo conteúdo para um site fora da faculdade, e quando percebi que não era minha prioridade e não estava dando conta, vi que a melhor coisa que aconteceu foi, também, eu ter saído.
No meio do ano me aventurei em um mundo que eu não conhecia e ao ter o primeiro contato imaginava que não era para mim, mas resolvi tentar entrar só para ver no que dava. De pouco em pouco, vi que deu e eu entrei. A minha entrada nesse mundo causou uma grande mudança em todos os aspectos da minha vida. Conheci muitas pessoas, fiz várias amizades, mudei a forma de ver muitas coisas, mudei a forma de agir diante de algumas situações. E a mudança não se limitou apenas a mim. As pessoas mais próximas de mim sentiram que eu, meu jeito e meu tempo estavam diferentes. Eu precisei aprender a me adaptar a isso. Não foi fácil, algumas situações geraram conflitos, mas no final todos sobrevivemos.
Eu não fiz nenhuma lista de metas para esse ano, mas algo que sempre procurei conseguir fazer aconteceu: aumentei bastante o número de amizades. Essa era o único tópico que eu queria há muito tempo e não conseguia. Dessa vez foi. Em compensação, algo que eu queria muito há muitos anos, tinha conseguido ano passado, mas esse ano foi embora, era perder peso. Esse ano saí da academia e aos poucos estou ganhando tudo o que eu tinha perdido. Ainda não ganhei tudo o que tinha perdido, mas já estou no nível para ficar em alerta e, consequentemente, mais uma vez, minha meta para o próximo ano é conseguir emagrecer - mas junto disso quero incluir ser mais saudável e entrar na academia.
Esse ano também teve as Olimpíadas Rio 2016! Adorei a abertura, adorei ir aos jogos vários dias, adorei o Parque Olímpico, adorei o Boulevard Olímpico e adoreeei o mascote Vinícius. Quando acabou ainda teve as Paralimpíadas, que eu fui a um jogo de basquete de cadeira de rodas e me surpreendi em como eles correm. Chegando ao final dos jogos, na cerimônia de encerramento, quando a tocha passou para Tóquio, senti como se tivessem tirando uma parte do Rio, a sensação era "quando vai ter de novo mesmo?". Mas não sei nem se terá outra Olimpíada no Rio de Janeiro enquanto eu estiver viva, então o que fica é a saudade.
Em 2016 não consegui ler a quantidade de livros que eu tinha imaginado, muito menos conseguir terminar a saga de Harry Potter - que só faltam três livros, mas entre eles o gigante A Ordem da Fênix - , antes da estreia de Animais Fantásticos e Onde Habitam - que aliás, adorei. Para o ano que vem, não me iludo e não pretendo colocar uma meta de livros, tudo já vai ser muito corrido.
Esse ano todos os shows que fui foram nacionais: Suricato, Sandy, Scalene, Anitta (Show das Poderosinhas - apenas acompanhando, ok?), Tiago Iorc e Detonautas. Logo, tenho que agradecer a esse ano ter começado a ouvir música nacional e conhecer mais músicas. Ano que vem já sei que terá um show do Evanescence - finalmente, depois de quatro anos! - e o Rock in Rio. Então já vou sair só dos nacionais.
Sei que 2017 vai ser pesado. De verdade. Confesso que estou com medo do que vem por aí. Será muita coisa para dar conta e tenho medo que os diversos aspectos da minha vida não tenham um equilíbrio e eu não consiga me dividir em mil para conseguir fazer tudo e direito. Sinto como se uma das frases do Dumbledore fosse para mim sobre o ano que vem: "Tempos difíceis estão por vir, Harry. Em breve, teremos que escolher entre o que é certo e o que é fácil". Sei que ficar com medo não vai mudar em nada e junto disso também vem a ansiedade. Não é lá uma boa maneira de receber um novo ano. Mas é assim que estou. Espero que 2017 não seja tão assustador assim e eu consiga levar numa boa. De qualquer forma, sei que 2017 não vai esperar que eu me prepare para ele chegar, então, fazer o que?! Adeus, 2016!
Feliz Ano Novo!
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
Seis anos de 23.11.2010
Hoje faz 6 anos desse dia. Já são SEIS ANOS. O melhor dia da minha vida já tem seis anos. O dia em que, aos 15 anos, viajei atrás de um show pela primeira vez, aquela tarde nublada de São Paulo que, junto das minhas melhores amigas na época, eu torcia para não chover, e mesmo assim, estava imensamente feliz por poder ir ao primeiro show no Brasil da banda que eu mais amava (ainda amo) no mundo: Tokio Hotel. E eu mal sabia que depois de cinco anos estaria cara a cara com eles.
Tokio Hotel já foi minha trilha sonora indo para a escola no Ensino Fundamental, no Ensino Médio, indo para o Pré-Vestibular e ainda me acompanham no caminho para a faculdade. É muito amor envolvido por essa banda. Agora eles já estão com datas de show marcadas para a Europa em março do ano que vem, com a turnê Dream Machine Tour 2017. As datas vão até o final de abril, e claro que tem show no dia do meu aniversário. O melhor dos sonhos seria ter um show de Tokio Hotel no meu aniversário, no Rio de Janeiro, com direito a Meet and Greet, com foto e podendo abraçar os quatro - se é pra sonhar, tem que sonhar direito, né?!
Eu não tenho mais conseguido estar tão por dentro do que eles fazem, pensar neles, porque minhas obrigações e responsabilidades estão cada vez maiores e quase me engolindo - motivo pelo qual eu nunca mais consegui escrever aqui no blog. Eu que gostava de ter pelo menos uma postagem a cada mês quebrei totalmente essa minha "regra" esse semestre, a situação está realmente complicada e meu maior problema tem sido o tempo que parece correr de mim. De qualquer jeito, eu não poderia deixar de escrever aqui, porque estamos falando do dia 23 de novembro! Quando digo 2010 não sinto como se fosse há seis anos, acho que dizer que o show tem ais de cinco anos parece muito mais antigo, mas se parar para pensar, minha vida mudou praticamente inteira desde esse show para os dias de hoje.
Então é como eu falei, muitas coisas mudaram para mim, mas Tokio Hotel, aquela banda que eu dizia que odiava nos primeiros dias, está presente em todas as fases da minha vida e 23 de novembro de 2010 continua sendo um dia que eu tenho muito carinho, cheio de significados bons e boas lembranças.
Feliz seis anos do primeiro show do Tokio Hotel na minha vida s2
(Ainda esperando pelo primeiro show no Rio de Janeiro)
domingo, 28 de agosto de 2016
Um ano de um encontro inesquecível
Hoje faz um ano que encontrei Tokio Hotel. Esse dia ainda é um sonho. Aconteceu mesmo? Essa foto que me convence de que realmente consegui o encontro que eu tanto queria. Consegui falar com os Kaulitz, meu sonho desde os 13 anos. A sensação é ótima. Uma das melhores coisas que já aconteceram comigo foi conhecer essa banda. Ouvir as músicas me deixam muito bem e animada. E acho que agora não se trata apenas da música, é todo o sentimento que já foi criado por eles, são parte de quase metade da minha vida. Com eles parece que sempre vou ter esse sentimento bom, que com o tempo sofre algumas mudanças, como de "gritar histericamente ao ver o carro que estavam em 2010" para "não ter outra reação a não ser sorrir e uma lágrima cair ao vê-los tão perto". Os anos passam, eu cresço e o sentimento amadurece. Eles me acompanham enquanto minha vida passa, mesmo estando a milhares de quilômetros de distância.
Com eles fiz amizades muito boas, amizades que me fizeram muito bem, até de chegar ao posto de melhor amiga. Já acabou, mas enquanto nos falávamos todos os dias era ótimo. Se não fosse por Tokio Hotel eu não teria isso.
Com eles eu tive o melhor dia da minha vida. Pela primeira vez eu viajei de avião atrás de uma banda. Pela primeira vez fiquei horas numa fila esperando ter o lugar mais perto possível da grade. Se não fosse Tokio Hotel eu não teria isso.
Com eles fiz amizades muito boas, amizades que me fizeram muito bem, até de chegar ao posto de melhor amiga. Já acabou, mas enquanto nos falávamos todos os dias era ótimo. Se não fosse por Tokio Hotel eu não teria isso.
Com eles eu tive o melhor dia da minha vida. Pela primeira vez eu viajei de avião atrás de uma banda. Pela primeira vez fiquei horas numa fila esperando ter o lugar mais perto possível da grade. Se não fosse Tokio Hotel eu não teria isso.
Eu consegui conhecer Tokio Hotel. Já posso dizer que consegui realizar um dos sonhos da minha vida. Mas em relação a eles ainda tenho mais um sonho: ir a um show deles no Rio de Janeiro. Isso me deixaria ainda mais encantada e emocionada porque seria na minha cidade. Mas acho que parte do meu coração sempre será um pouco frustrado por nunca ter visto Bill Kaulitz de jubinha, aquele com o cabelo preto todo arrepiado, com maquiagem escura ao redor dos olhos. De qualquer jeito, eu tenho uma foto para comprovar que o sonho de chegar perto deles e dizer um "hi", eles ouvirem minha voz, me responderem um "thank you" ou só sorrirem um pouquinho, foi real. Dia 28 de agosto de 2015 está no meu coração. Mas 23 de novembro continua com o primeiro lugar por ter sido o melhor dia da minha vida, toda aquela emoção que meninas de 15 anos sentem.
Então já foi 23/11/2010, 28/08/2015 e agora espero pela próxima data. Espero que seja no Rio de Janeiro. Sim, ainda tenho esperanças. Um dia eles chegam aqui.
Então já foi 23/11/2010, 28/08/2015 e agora espero pela próxima data. Espero que seja no Rio de Janeiro. Sim, ainda tenho esperanças. Um dia eles chegam aqui.
terça-feira, 28 de junho de 2016
Tá Todo Mundo Mal
"Do alto de seus 25 anos, Julia Tolezano, mais conhecida como Jout Jout, já passou por todo tipo de crise. De achar que seus peitos eram pequenos demais a não saber que carreira seguir. Em tá todo mundo mal, ela reuniu as suas "melhores" angústias em textos tão divertidos e inspirados quanto os vídeos de seu canal no YouTube, "Jout Jout, Prazer". Família, aparência, inseguranças, relacionamentos amorosos, trabalho, onde morar e o que fazer com os sushis que sobraram no prato são algumas das questões que ela levanta. Além de nos identificarmos, Jout Jout sabe como nos fazer sentir melhor, pois nada como ouvir sobre crises alheias para aliviar as nossas próprias!" - x
O que achei do livro
Ao contrário de muitas pessoas, eu não acompanho o canal da Jout Jout no YouTube. Mas fiquei curiosa sobre como seria esse livro por ser diferente de todos os outros livros de youtubers que já ouvi falar. Esse não seria sobre a trajetória dela, mas sobre crises que as pessoas têm. No final, acaba sendo sobre a vida dela sim, mas de qualquer maneira eu li. Achei legal, não é um livro ótimo, mas gostei. Ela fala das várias crises que já teve e, sinceramente, eu achava que eu era insegura, mas depois de ler todas essas crises dela, vejo que não sou tão assustada e insegura assim. Achei legal a coragem dela de colocar tudo isso num livro e compartilhar com as pessoas que também podem passar pelo mesmo. Logo na introdução ela diz: "Porque eu tenho crises e você tem crises. Quem sabe já tivemos as mesmas crises, eu riria e falaria "ai, sei exatamente como é". Ou ficaria boquiaberta e um pouco feliz por ainda não ter vivido nada parecido. E quando chegasse a minha vez de ter essa crise em particular, que fiquei tão feliz em não ter, eu lembraria da sua e ficaria ainda mais feliz por saber que não estou sozinha nessa nova crise". Eu não tive muitas crises que estão nesse livro, o que é bom, mas não fico feliz, fico surpresa de alguém conseguir sofrer com algo visto por mim como tão pouco. Mas cada um com suas crises, porque Jout Jout tem, você tem, todos nós temos crises.
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