terça-feira, 6 de novembro de 2018

Déjà Vu


Não imaginei que escreveria sobre esse assunto de novo aqui. Depois de vários anos. Mas aqui estou. Já ouvi várias vezes que cada experiência vivida cria quem somos, a forma como reagimos a uma situação, como os outros reagiram a essa situação, as pessoas que já passaram ou ainda estão em nosso caminho, tudo isso vai criando uma bagagem de vida - e eu acho que é verdade mesmo.

Sendo assim, acho que quem eu sou hoje carrega uma mala, talvez até um pouco pesada, da época da minha adolescência com itens que não sinto nem um pouco de saudade. Curiosamente era a época que eu mais vinha aqui. Talvez minha experiência tenha sido um pouco traumática para alguém sensível como eu - e eu sei que tem gente que passou por coisas bem terríveis, mas é aquilo né, todos os dias pessoas morrem em guerra ou morrem de fome, mas nem por isso a dor que sentimos com nossas experiências diminui.

A questão é que ultimamente tenho revivido alguns sentimentos dessa época quase que sombria. É sempre aquela vontade de mudar, e dessa vez sinto que uma nuvem escura está chegando e trazendo a sensação de impotência. Tenho consciência que minha situação atualmente é bem melhor do que naquela época e até tento racionalizar, mas acho que o medo de voltar a sentir tudo aquilo é mais forte. Toda aquela insegurança, angústia, raiva, tristeza, tudo volta em minha mente como flashes.

E aqui estou eu, mais uma vez, pensando nas mesmas coisas, depois de sete anos. Sei que em alguma hora isso vai melhorar, mas parece que essa hora não chega e minha ansiedade aumenta e não sei até que ponto essa ansiedade me atrapalha e nisso já é um ciclo vicioso. O ano ainda tem mais quase 2 meses. Espero que ainda em 2018 já tenha chegado essa hora tão esperada.

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

2000 dias de história


O que pode ser construído em dois mil dias? Com certeza há inúmeras possibilidades, caminhos a serem escolhidos, decisões que podem alterar totalmente o rumo de várias outras vidas. O interessante é que todas as histórias, seja de anos, de 1000 dias, de 2000 dias, e por aí vai, começaram como todas as outras. Nas primeiras horas, dias e meses, há sempre o cuidado sobre como agir ao lado de alguém, "será que não vai achar isso estranho? será que já tenho liberdade para falar/fazer isso?". É uma fase gostosa em que ainda são descobertas muitas características, qualidades e defeitos.

Chegar a dois mil dias - veja bem, são 2 mil dias, 2k dias, não duas semanas, não dois meses, não dois anos, são DOIS MIL DIAS, isso é mais tempo que cinco anos, só para ter noção -, com uma história incrível e cheia de amor, com direito a capítulos de todos os gêneros de filmes, com direito a um público que aplaude esse filme de horas e horas e horas - no caso seria melhor dizer de anos e anos e anos -, com personagens coadjuvantes que ajudam a construir essa história, com vilões, com até mesmo fadas madrinhas. É incrível. O melhor de tudo é que os personagens protagonistas não querem outra vida. Se depender delas, essa história terá cada vez mais lançamentos. Essa saga ainda vai conquistar o mundo.

Pensando em tudo isso, eu posso dizer que depois de tanto sofrer nessa área louca de sentimentos, recebi um presente daqueles que não sei como eu consegui. Seria a situação de eu olhar para o lado e falar "poxa, queria tanto conseguir algo assim". E eu consegui. Sem nem estar procurando ou mesmo querendo naquele momento. Mas foi a melhor coisa que poderia ter acontecido comigo. Por todos os desafios, todas as descobertas, as sensações, as vivências e as experiências. Eu não consigo explicar como podemos sentir algo tão forte e duradouro assim, só dá mais certeza de que somos as pessoas certas. Só quero viver mais e mais com essa sensação de ter encontrado algo que é raro.

Então viva as cerejas, viva as cavernas, viva as caixas de chocolate, viva os girassóis, viva tudo que traz mais cor a essa vida que é incrível ao lado de outra pessoa.

Não sei nem se vai durar até o dia seguinte? Ainda estamos aqui.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Três anos de um sonho realizado

Aaaaaaaah Tokio Hotel... Aaaaaaaaaaaah Tokio Hotel! Eu não sei nem qual entonação usar para essa frase, se é de saudade, de amor, de raiva. Nossa relação virou de amor e raiva: primeiro por terem feito parte da minha pré-adolescência e adolescência inteira, serem meus amores platônicos, meus ídolos e motivos de muita felicidade seja por ouvir as músicas ou assistindo a vídeos de entrevistas, ou DVDs, etc; mas segundo por terem feito muita besteira nos últimos anos. Vamos listar aqui:

1. Demoraram CINCO anos para lançarem um álbum (Kings of Suburbia, que no caso nem morri muito de amores no início, mas depois passei a gostar - não como Humanoid, porque acho que nenhum consegue passar esse);

2. Vieram no Brasil e não vieram no Rio de Janeiro de novo (mas na situação em que eles já estavam, eu deveria era agradecer deles conseguirem público pra vir pro Brasil, mesmo sendo em São Paulo - que diferente de 2010, o show de 2015 não lotou).

3. Resolveram tirar férias infinitas e não queriam saber de nada de novo álbum. Bill virou blogueirinho de Instagram, Tom sumiu, Gustav só cozinhava e Georg só viajava.

4. FINALMENTE lançaram outro álbum: Dream Machine. Achei esse álbum terrível. Um choque de realidade. Fizeram a divulgação como "o álbum que sempre sonhamos em fazer". Aí eles aparecem com um álbum de apenas dez músicas, com um som todo esquisito, que eu só gostei mesmo de What If e Something New. 
Tokio Hotel já foi melhor.

5. Ano passado soltam a bomba de que a turnê desse álbum que eu não gostei vem para a América Latina, postam na página do Facebook as cidades dos shows e leio três letrinhas juntas, que precisei reler algumas vezes para acreditar: Rio. Esse era o meu momento, fiquei alteradíssima, comemorei muito (e só não escrevi aqui porque ano passado eu não tinha tempo nem pra mim direito, então ter um tempo pra escrever aqui era muito difícil). Mas como já sou fã de Tokio Hotel há longos anos, já conheço o jeito desses alemães. Mesmo comemorando, mesmo sendo uma informação oficial, que foi postada na página deles, eu fiquei com um pé atrás, e só iria acreditar quando comprasse o ingresso e mesmo assim com medo de cancelarem o show até na véspera. E O QUE ACONTECEU? NEM NA AMÉRICA LATINA VIERAM. ISSO FOI PURA ILUSÃO. Então além de eu achar que eles viriam ao Rio de Janeiro pela primeira vez, eles nem na América Latina pisaram.

É por essas que eu já estou cansada de Tokio Hotel e dessa moral deles que não tem nenhuma.

Mas como boa fã que sou e otimista também, porque afinal já são DEZ ANOS esperando pela vinda deles no Rio de Janeiro (porque desde que conheci TH em 2008 senti vontade de ir no show deles), eu ainda espero por esse show.

Mas falando das coisas boas após esse desabafo sobre minhas decepções e ilusões com Tokio Hotel: escutar as músicas antigas me deixa feliz, principalmente porque não escuto todos os dias - em 2008 eu literalmente ouvia todo dia, nem que fosse só uma música para dizer que ouvia todo dia. Já tive amizades incríveis que só surgiram por sermos fã de Tokio Hotel. Já tive muitos momentos de alegria que envolvessem eles: a sensação da abertura do show de 2010... nossa, eu não consigo nem descrever, me dava um frio na barriga só de lembrar - mesmo depois de um tempo do show ter acontecido -, o simples fato de ver que um clipe deles estava passando na televisão, quando um vídeo do YouTube carregava para eu conhecer uma música nova deles depois de eu ter esperado literalmente uma hora para assistir - épocas jurássicas da internet -, assistir ao DVD do Welcome to the Humanoid City.. eu consegui colecionar muitos momentos bons com essa banda s2 (Aliás, foi por ser fã deles que acabei conhecendo Adam Lambert e Cinema Bizarre, que virei bem fã depois).

Atualmente as músicas de Tokio Hotel me jogam no tempo, para quando eu estava no Ensino Médio, conseguia passar as tardes em casa, aproveitar o tempo para ouvir as músicas, gravar vídeos junto da N cantando as músicas, ler as letras e tentar inúmeras vezes cantar alemão, sonhar com o dia que eu iria no show deles e num sonho maior ainda com o dia em que eu conheceria os quatro - e finalmente aconteceu! Esse é um checklist daqueles que eu dizia que não podia morrer sem ter feito. É uma realização mesmo.


Acho que sinto saudade daquele momento da minha vida em que tudo era mais simples e mais fácil, porque sendo mais nova tudo era mais leve - claro que eu tinha problemas nessa época que eu não sinto saudade nenhuma e sinto alívio em ver que consegui superar, mas muitas coisas eram muito boas e Tokio Hotel fez grande parte disso. Até aprender violão eu quis para tocar música deles e realmente consegui algumas! Aquele amor que eu sentia por eles, de querer tatuar a logo - que agora até mudou pra uma mais fininha -, de cantar com toda vontade, de gritar arranhando a garganta quando vi o carro deles chegando em 2010, tudo isso continua aqui no meu coração, mas como um amor guardado com carinho. Talvez a idade tenha a ver com isso, mas todos os ataques de amor que eu tinha por eles, deu lugar a um carinho por tudo que eles proporcionaram pra mim, quase um sentimento de gratidão - e isso mesmo sem eles me conhecerem direito (porque me conhecer eles conheceram hehehe).

Ainda bem que eu conheci Tokio Hotel, essa banda que no início fiquei "nossa, mas que banda esquisita, eles cantam alemão, que nervoso" e "nossa, que música horrível, como você pode gostar disso?". Quem diria que eu seria fã um pouco depois e dez anos depois ainda estaria aqui esperando por um show deles no Rio de Janeiro.

Ser fã deles foi uma das melhores coisas que me aconteceu, porque sem eles eu não teria aproveitado e curtido tanto vários momentos da minha vida s2

Essa publicação trouxe de volta a tokita, a alien, a Mimi Kaulitz 483.

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Big Jet Plane

Cinco e meio

Hello, mister
Pleased to meet you
I wanna hold her, I wanna kiss her
She smelled of daisies
She drives me crazy

Gonna take her for a ride on a big jet plane
Hey, hey

Be my lover, my lady river
Can I take you, take you higher?

Gonna hold you
Gonna kiss you in my arms
Gonna take you away from home

domingo, 22 de julho de 2018

Gratidão

Algumas vezes me sinto muito sortuda por conhecer algumas pessoas, mas especificamente uma pessoa. É dessa pessoa que vou falar.

Não sei como explicar o que senti quando a vi pela primeira vez. A vontade de conhecê-la e começar uma amizade foi no mesmo segundo. Acho que é quando a conexão acontece, mesmo sem a gente perceber. É difícil acontecer isso - na verdade só aconteceu comigo uma vez e foi com ela. 

Me considero uma pessoa sortuda por ter a chance de conhecer alguém tão especial. Como seria minha vida sem uma pessoa especial assim? Eu não consigo nem imaginar. Realmente acho que a conexão que criei com ela é muito difícil de acontecer. Posso olhar em volta, observar as pessoas que conheço e não vejo isso acontecer. É muito especial e só tenho a agradecer por ter a chance de poder conviver com esse ser humaninho que criei uma conexão tão forte.

E o universo conspirou para que esse encontro acontecesse. Nós tínhamos que nos conhecer. Ou nos reencontrar. Uma conexão dessas pode ser de outras vidas e não duvido que seja. O importante é que nos encontramos e eu posso viver muitos momentos ao lado dessa pessoa. Eu não sei encontrar palavras que expressem o quanto eu agradeço por ter alguém assim na minha vida. Obrigada, vida. Obrigada, universo.

domingo, 17 de junho de 2018

O amor que fica

(O Dia dos Namorados já passou, mas eu não poderia deixar de postar uma homenagem a esse dia)

"O teu sorriso pode ser de tirar o folego,
mas isso não fará o amor ficar.
Você pode dobrar as mais belas palavras, do jeito mais bonito,
e entrega-las num lindo pacote,
mas ainda assim, o amor não permanecerá por isso.

Talvez você tente convencê-lo a te olhar com outros olhos.
Acenando as suas qualidades, exibindo suas conquistas,
e mesmo assim, o amor voará para longe, porque o amor não transita na superfície.
O gostar se hipnotiza com seus olhos, e a paixão se aquece pelo seu jeito.

Mas o amor, meu bem.
O amor só se faz amor, quando o gostar não acha mais a saída de incêndio, 
e a paixão, já fora de sí, ateou fogo em cada cômodo teu.
O amor é chama silenciosa, que não pede prova. Que não clama por alardes.
É o que encontrou lar no teu abraço.
Chorou com o teu choro, e se fez firme equilibrando as suas estações.

O amor permanece na sua impaciência, na sua queda e nas suas tempestades.
Porque o amor te conhece além do teu reflexo,
Não se importa com as suas conquistas, e muito menos em como você se parece.
Ele sempre está mais fundo do que o seu humor cotidiano,
e é mais compassível do que as suas olheiras mais cansadas.

O amor é a prova dos teus respingos, arranhões e ruídos.
Porque o amor sabe o raiar do sol que você guarda no peito,
e pra ele, essa é a luz mais bonita pra se ver quando o dia amanhece.
Pacientemente, o amor espera."

- Daniel Duarte

sábado, 16 de junho de 2018

07.06.2018


Halsey é uma das últimas cantoras que conheci, por esses meses deve completar um ano. Mas mesmo com pouco tempo, comecei a gostar muito das músicas, fiquei dias sem parar de ouvir - foi até antes do lançamento do Hopeless Fountain Kingdom, mas dias depois ele foi lançado. Conheci pelo VH1, com o clipe de Now or Never e depois de passar sempre no mesmo horário durante a semana, o clipe me chamou atenção e fui ouvir melhor no YouTube. Me viciei e aqui estou. 

Eu não tinha nem esperanças de que ela viria tão cedo para o Brasil (agora só falta show do Bring Me The Horizon, a banda que conheci quase na mesma época, só um pouquinho antes, mas essa sei que ainda vai demorar). Comprei o ingresso em abril e na quinta-feira, dia 07, tinha chegado a hora de ouvir pessoalmente as músicas que eu ouvia em versão de show no YouTube.

Eu e R chegamos no Vivo Rio um pouco depois dos portões abrirem, a fila ainda estava bem grande - maior do que eu esperava já que o show estava com promoção de 50% de desconto há um tempo considerável, mas vai ver que por isso que encheu. Quando conseguimos entrar na pista, já tinha muita gente, então tivemos que ficar mais para trás, em um degrau onde tinha apenas uma fileira de pessoas na nossa frente - e no final foi o melhor lugar para conseguirmos ter uma vista melhor do palco. Tinha muito tempo que eu não ia a um show internacional e mais tempo ainda em show que tem fãs gritando loucamente, não lembro nem a última vez, só sei que o último internacional foi do Evanescence em abril de 2017. Tem tempo. Mas eu não imaginava que o público da Halsey gritava assim (ou da Lauren Jauregui, já que ela abriu o show), então eu tive quase uma nostalgia ao estar em um ambiente assim, porque eu sentia isso sempre em 2011, época de ouro dos shows no RJ, quando eu ia em pelo menos um show por mês. Atualmente, se vem três ou quatro por ano já é muito. Enfim, o show de abertura foi bem legal, mesmo que só de meia hora porque essa ex-integrante da Fifth Harmony começou a carreira solo agora.

Mas vamos ao principal: show da Halsey. O show atrasou apenas dez minutos e já veio com aquela vibe de luzes apagadas e todos gritando, como eu amo isso! Ainda mais com tanto tempo sem estar num show assim, né?! A primeira música do show foi Eyes Closed e achei legal porque é uma das que sempre escuto. Fiquei impressionada com a roupa dela, que junto com o cabelo loiro grande, lembrava a Britney Spears - mas lembrando que eu estava atrás, só que o Vivo Rio não é muito grande, então mesmo que seja mais atrás, não é muito longe. A segunda foi Hold Me Down que eu já não ligo muito, então deu aquela quebrada. Mas logo em seguida veio Castle, uma das minhas preferidas com certeza, sempre coloco para ouvir e foi muito bom finalmente presenciar a versão dessa música ao vivo! Com Good Mourning, a passagem de um minuto do álbum, consegui respirar um pouco mais, e logo depois veio Heaven in Hiding que eu também adooooro, cantei bastante! Em seguida veio Strangers com a participação da Lauren Jauregui e todos foram a loucura, mas eu não porque não ligo muito para essa música, já até gostei mais, mas nunca chegou a ser uma das preferidas. Roman Holiday é uma das que eu não escuto muito por falta de costume, mas acho uma gracinha de música, cantei o que eu sabia de embromeixon. 

Quando chegou Walls Could Talk deu uma quebrada porque também não ligo muito para essa - na verdade, eu prefiro muito mais o primeiro álbum, BadLands, do que o último, mas como a turnê é desse último, só restava me conformar que a maioria seria do último mesmo. Bad at Love é das músicas que eu não gostava no início mas acabei achando legalzinha, não tão ruim assim, mas logo depois veio Alone que eu acho um saco, mas já sabia que ela cantaria porque é um dos últimos singles. Me surpreendi pela Halsey ter escolhido cantar Closer, a música que ela tem participação, que de tanto tocar nas rádios ela já não aguentava mais, nem um monte de gente, inclusive eu, mas como foi numa versão mais lenta e diferente, achei que ficou legal. 

Him & I veio logo depois e eu adorei porque essa é uma das músicas mais novas que tem a participação dela e sempre escuto várias vezes. Foi bem legal mesmo sem a parte do G‐Eazy, até porque a parte que eu mais gosto é da Halsey. Chegou a vez de 100 Letters e eu achei muito bom porque é uma das que eu gosto de ouvir também, foi legal ouvir ao vivo. Drive foi legal por ser do primeiro álbum, eu acho legal de ouvir, mas não é o tipo de música que dá pra se alterar, é até mais para ouvir do que para cantar, mas gostei também. Is There Somewhere foi a única música que eu não conhecia muito porque só tinha ouvido poucas vezes no YouTube na versão ao vivo, e alguns dias antes que encontrei no Spotify sendo parte do álbum Room 93, mas aí não deu tempo de conhecer a música até o show. Mas acho uma música muito bonitinha, foi legal ouvir lá e o que me chamou atenção é que ela queria entrar no meio dos fãs, o que eu já imaginava que ela iria querer fazer porque já tinha visto ela fazendo isso em todos os outros vídeos dessa música, mas aqui no Brasl é diferente, né. Aí ela falou três vezes para terem cuidado, estava meio apreensiva, mas a música acabou e ela não entrou. Deve ter se assustado com as pessoas gritando loucamente na frente hahahahaha

Para me alterar bastante, veio Now or Never, a música que começou com tudo isso. Eu gosto muito dessa música, é a segunda que eu mais gosto, então aproveitei ao máximo, finalmente eu estava ouvindo essa música no show da Halsey, a música que perdi a conta de quantas vezes ouvi ano passado. O que me deixou ainda mais animada foi a música seguinte ser Colors. Essa sim é a que eu mais gosto de todas, porque para mim é essa música que mais representa a Halsey, talvez por ela falar blue várias vezes e eu saber que ela usou cabelo azul por muito tempo, ou só por ouvir muito essa música, mas eu sei que Colors mexe muito comigo e eu gritei mesmo, cantei tudo que tinha direito. Depois veio Young God, que achei bem desnecessária, não consigo considerar nem uma música direito. No setlist, está que essa foi a falsa última, mas na hora eu nem tive a impressão que o "show teria acabado". 

Depois veio Gasoline, que eu acho legal, mas também não é grande coisa, e por último veio Hurricane, que também não ligo muito, mas trouxe um outro clima para o final do show. É até legal, mas prefiro quando acaba com músicas que deixam todos os fãs atacados. Se o show tivesse acabado com Colors, teria sido lindo. Músicas que eu achei ruim ela não ter tocado: Angel on Fire, Lie e New Americana. Essas três são parte das que eu mais gosto e ela deixou de lado para tocar outras que eu não ligo. Quando saí do show comprei uma camiseta e um casaco, os dois em promoção por ter sido pós-show e nem foi do oficial, era tudo feio e caro. 

No geral eu gostei do show e já queria um próximo! Aguardo pelo próximo álbum e pela próxima turnê (que seja mais parecido com o primeiro, mas também gosto de Hopeless Fountain Kingdom, afinal tem Now or Never nele e outras legais).


Setlist do show

1.The Prologue
2. Eyes Closed
3. Hold Me Down
4. Castle
5. Good Mourning
6. Heaven in Hiding
7. Strangers (with Lauren Jauregui)
8. Roman Holiday
9. Walls Could Talk
10. Bad at Love
11. Alone
12. Closer (The Chainsmokers cover)
13. Sorry
14. Him & I (G‐Eazy cover)
15. 100 Letters
16. Drive
17. Is There Somewhere
18. Now or Never
19. Colors
20. Young God

Encore:
21. Gasoline
22. Hurricane